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Ministério de Minas e Energia cria grupo de trabalho para discutir segurança cibernética no setor elétrico

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Terça, 30 Março 2021 18:42

Alvo de constantes ataques, as empresas de energia serão avaliadas pelo GT

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O Conselho Nacional de Política Energética aprovou a criação de um grupo de trabalho – formado por representantes de órgãos públicos e instituições do setor, com a colaboração de especialistas da sociedade civil – que estabelecerá as diretrizes para implementação da segurança cibernética no setor de energia elétrica. O GT vai analisar as experiências de entidades públicas e empresas do setor elétrico e discutir os aspectos de prevenção, tratamento, resposta a incidentes e resiliência sistêmica.

O grupo será coordenado pelo MME e terá entre seus integrantes representantes do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), do Operador Nacional do Sistema Elétrico, da Agência Nacional de Energia Elétrica, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e da EPE.

Segundo o Gerente de Vendas na TI Safe, Claudio Hermeling, o mercado de energia está sendo alvo de constantes ataques e as empresas precisam realizar investimentos urgentemente para garantir a segurança de seus ativos. As invasões já estavam acontecendo com maior frequência em razão da digitalização dos serviços, mas se intensificaram durante a pandemia no ano passado, quando instituições e empresas adotaram o trabalho remoto. Foram vítimas, por exemplo, distribuidoras como Light, Energisa e Copel, a Empresa de Pesquisa Energética e a Eletronuclear. Por isso, a mobilização do MME em criar o GT.

Hermeling explica que os casos de ataques nas elétricas brasileiras, divulgados até o momento, foram apenas nas áreas de TI, comprometendo os ambientes corporativos, ou seja, parando alguns atendimentos e atividades administrativas. Contudo, ele avalia que se esses ataques chegassem até as redes operativas as consequências seriam drásticas. Poderiam ir de roubos de dados, alterações em sistemas e até comprometer os serviços essenciais de geração, transmissão e distribuição de energia, causando prejuízos financeiros para os concessionários e outros incalculáveis para toda sociedade, que sofreria com a falta de suprimento de energia por longos períodos.

“O aumento da superfície de ataque e o crescimento da digitalização são os fatores que contribuem para a fragilidade das redes operativas. Em vários projetos de digitalização não são planejadas substituições de equipamentos, ou sejam, concomitantemente, são mantidos sistemas desatualizados ou obsoletos operando em conjunto com os digitais. Estes sistemas legados representam riscos potenciais que precisam de atenção redobrada”, detalha Hermeling.

Segundo o Gerente de Vendas da TI Safe, as empresas devem observar o cenário tanto de ataques como de novas resoluções e estabelecer estratégias para aumentar os investimentos em segurança, mitigar os impactos e garantir a saúde das redes operativas.  O executivo destaca, ainda, que outro ponto muito importante a ser considerado é a necessidade de treinamento em segurança para todas as equipes que atuam nas redes operativas, pois, segundo ele, muitos ainda desconhecem os riscos e metodologias que podem reduzir os ataques.

A TI Safe possui profissionais altamente qualificados, capazes de ajudar em todos os processos necessários para implementação e gestão de segurança cibernética em ambientes críticos. O desafio que as empresas enfrentarão para atender ao novo procedimento de rede do ONS e ANEEL, a TI Safe possui uma solução exclusiva, desenvolvida internamente, com base nas normas e melhores práticas do mercado para organizar, executar e operar a segurança cibernética em sistemas industriais e de infraestruturas críticas. Esta solução atende todas as ondas de implementação apresentadas pelo ONS para o novo procedimento de rede. Para saber mais acesse.

Lido 336 vezes Última modificação em Segunda, 05 Abril 2021 11:17

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